Eu decido ser feliz!
por Aurora de Luz - auroradeluz@terra.com.br
O fato de eu ser feliz ou não, não depende de ninguém; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu decido ser feliz!
Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Casada ou solteira: sou feliz! Eu sou feliz por mim mesma.
As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza". Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve.
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
Peça apenas ao Universo/Deus/Espírito Maior que lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar, coragem para modificar aquelas que podem ser mudadas e sabedoria para conseguir reconhecer a diferença que existe entre elas.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A vida é a maior escola, com ela aprendemos por experiências. Ou aprendemos pelo amor ou pela dor. Podemos fazer escolhas, temos um presente dos céus , o livre arbítrio.
Mas, na nossa altivez mundana, sempre escolhemos a dor, a dor para expiarmos nossa falhas, nossos desvarios.
Somos incapazes de refletir intensamente sobre nossos atos, não calculamos estragos, calculamos proveitos.
Quem me dera, se aos vinte e poucos anos tivesse a sabedoria do hoje.
Quem me dera, se eu naquela época tivesse a consciêcia da Lei da Ação e Reação, onde o tudo que causamos nos retorna em igual ou maior grau de intensidade.
E agora, penso: onde anda aquela altivez toda? Onde anda o Dr. sabe tudo? O Sr. "ninguém tem nada com isso"? Onde andam?
Desapareceu assim que encontrei a D. Dor. Ela fez desaparecer da minha vida a certeza insana e mentirosa de que eu era o maior e que nada me atrapalharia. Ela tomou conta da minha vida, e fez desaparecer os momentos fugaz de felicidade. Não, não a estou expurgando não, pois tenho a certeza de que ela entrou sorrateiramente em minha vida para que eu pudesse ainda neste tempo, expiar minhas faltas. E depois, quando a alma já limpa possa novamente abraçar você!
Mas, na nossa altivez mundana, sempre escolhemos a dor, a dor para expiarmos nossa falhas, nossos desvarios.
Somos incapazes de refletir intensamente sobre nossos atos, não calculamos estragos, calculamos proveitos.
Quem me dera, se aos vinte e poucos anos tivesse a sabedoria do hoje.
Quem me dera, se eu naquela época tivesse a consciêcia da Lei da Ação e Reação, onde o tudo que causamos nos retorna em igual ou maior grau de intensidade.
E agora, penso: onde anda aquela altivez toda? Onde anda o Dr. sabe tudo? O Sr. "ninguém tem nada com isso"? Onde andam?
Desapareceu assim que encontrei a D. Dor. Ela fez desaparecer da minha vida a certeza insana e mentirosa de que eu era o maior e que nada me atrapalharia. Ela tomou conta da minha vida, e fez desaparecer os momentos fugaz de felicidade. Não, não a estou expurgando não, pois tenho a certeza de que ela entrou sorrateiramente em minha vida para que eu pudesse ainda neste tempo, expiar minhas faltas. E depois, quando a alma já limpa possa novamente abraçar você!
Ironia do destino
Por ironia do destino, passei a vivenciar o fruto de minhas insconsequências.
Acusado de traição, fui um homem capaz de levar minha liberdade as últimas conseguências, fiz sofrer as pessoas que mais amava, despojava dos leitos, todos, com total instinto animal. Fazia das escapadelas noturnas motivo de satisfação pessoal com críticas a quem vivia acomodado à cadeira em frente a televisão.
Me desfiz do mundo literalmente e só vivia a chancela deste "amor" mais carnal que espiritual.
Transgredia as leis, todas. Transgredia a mim mesmo. Aí pobre de mim.
Hoje acuado, sentindo o peso insurpotável do remorso e uma tristeza desvalida de ter perdido a realeza da vida, sem meus filhos, sem minha esposa, sem ninguém.
Ao meu lado tenho que conviver com com o preço da traição, dormir com ele, me alimentar com ele.
Você sabe o que é acordar todas as manhãs e ver antes do sol o rosto fugulrante do meu pecado?
Sentar a mesa e antes mesmo de poder agradecer , deparar com o rosto alegre do meu pecado?
Ter que se entregar todos os dias a esse pecado, pagando moeda por moeda o preço de traído você!
Acusado de traição, fui um homem capaz de levar minha liberdade as últimas conseguências, fiz sofrer as pessoas que mais amava, despojava dos leitos, todos, com total instinto animal. Fazia das escapadelas noturnas motivo de satisfação pessoal com críticas a quem vivia acomodado à cadeira em frente a televisão.
Me desfiz do mundo literalmente e só vivia a chancela deste "amor" mais carnal que espiritual.
Transgredia as leis, todas. Transgredia a mim mesmo. Aí pobre de mim.
Hoje acuado, sentindo o peso insurpotável do remorso e uma tristeza desvalida de ter perdido a realeza da vida, sem meus filhos, sem minha esposa, sem ninguém.
Ao meu lado tenho que conviver com com o preço da traição, dormir com ele, me alimentar com ele.
Você sabe o que é acordar todas as manhãs e ver antes do sol o rosto fugulrante do meu pecado?
Sentar a mesa e antes mesmo de poder agradecer , deparar com o rosto alegre do meu pecado?
Ter que se entregar todos os dias a esse pecado, pagando moeda por moeda o preço de traído você!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Não desista de você!
Jamais desistas de ti mesma(o).
Jamais desistas das pessoas que tu amas.
Jamais desistas de ser feliz,
pois a vida é um espetáculo imperdível.
Porque tu... tu és muito especial!
(Dr. Augusto Jorge Cury)
FELIZ NATAL!
Elisabeth /2010
Jamais desistas das pessoas que tu amas.
Jamais desistas de ser feliz,
pois a vida é um espetáculo imperdível.
Porque tu... tu és muito especial!
(Dr. Augusto Jorge Cury)
FELIZ NATAL!
Elisabeth /2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Coisas do Cotidiano
Ah, ainda bem que que sou freneticamente perseguidora da heranças que tive, herança da natureza, dos meus pais, dos dias-a-dias e de mim mesma pela busca. Busca de ser melhor, de pensar melhor, de achar que tudo pode ser melhor.
Não tenho os desencantos de minha amiga, aquela que encontrei tão desvalida da vida!
Tenho a riqueza do Mundo, a beleza do Universo e a Felicidade dos Seres Elementais!
Quisera que os humanos pudessem entender, que viver é simples, prático e emocionante. Basta ser simples.
Simples não é viver com simplicidade, é viver com o olhar voltado para o que de melhor temos dentro de nós e enxergamos o que de melhor os outros têem dentro de si mesmos.
Por isso digo sempre: as diferenças existem, mas quem olha para as diferenças quando se olha com amor.
Beijos a você minha amiga desvalida, beijos a vocês todos que fazem parte do meu UNIVERSO!
Não tenho os desencantos de minha amiga, aquela que encontrei tão desvalida da vida!
Tenho a riqueza do Mundo, a beleza do Universo e a Felicidade dos Seres Elementais!
Quisera que os humanos pudessem entender, que viver é simples, prático e emocionante. Basta ser simples.
Simples não é viver com simplicidade, é viver com o olhar voltado para o que de melhor temos dentro de nós e enxergamos o que de melhor os outros têem dentro de si mesmos.
Por isso digo sempre: as diferenças existem, mas quem olha para as diferenças quando se olha com amor.
Beijos a você minha amiga desvalida, beijos a vocês todos que fazem parte do meu UNIVERSO!
COISAS DO COTIDIANO!
Ontem encontrei com uma amiga. Estava num estado de grande tristeza. Parecia abatida, como de praxe trocamos amabilidades, um beijinho nas bochechas. Mas ela não era ela, estava mais magra, um semblante ocupado por uma expressão de interrgações. Olhava-a atentamente, seus gestos, voz e relexões já não eram os mesmos de outrora. Da última vez que a econtrei estava radiante, feliz de bem com vida! Não fiz perguntas, abstive-me de fazer qualquer pergunta, apesar da imensa dúvida que abatia sobre minha cabeça. O que será que aconteceu, por que esta transformação tão absurda. E lá continuava ela, sofrega, palvras desconexas, cheias de interrogações. Minha amiga trazia nos ombros o peso do munda, das decepções, das amarguras, dos sofrimentos e das parcialidades. Sem respirar ela emendava um assunto a outro. Por fim, com a incoerência própria do humano existente em nosso âmago perguntei-lhe: " Você está bem?" O vulcão de sua voz derramou sobre meu coração um queimar de larvas atravessado por aquele olhar intrépido e avassalador - retrucando minha pergunta ela explodiu - ... como estar bem quando ao passar dos anos, fermentamos a cada minuto de vida as crenças parodiadas por nossos antecessores, fomentando a Fé, o Amor, o Respeito e a Dignidade. E quando vocêa procura dentro do seu lar, junto as pessoas que lhe são caras, o mérito foi ao inverso. Dos dois filhos que tive, um foi-se e o adeus que me deu nem com a mão foi dado, deu-me o aceno com a bunda, o outro desdoura a palavra mãe a cada gesto, a cada palavra. Aquele a quem num entusiasmo de paixão deixar penetrar no coração hoje ardiloso e infernal desagrava meu coração lesionado o seu psiquico emocional. Já fôra o tempo em que acreditei em afeto, hoje professo o desculto, o desapego.... simplesmente para sobreviver.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Para viver um grande amor!
Para viver um grande amor é preciso acreditar nele. Na pessoa amada encontrada ou idealizada? Não, no amor simplesmente! No amor enquanto sentimento, uma energia maravilhosa, que independe de romances. Para viver um grande amor, comece desde já a desbancar o mito de amor romântico! Estranho? Não. Este é o amor dos novos tempos. Um tempo de novos relacionamentos e surpreendentes conexões. Já ouviu falar naquela frase “está faltando romantismo” por aqui? E você, que é assumidamente romântica (o), sensível, não se sente às vezes totalmente fora de sintonia, como se fosse um ser estranho neste mundo em que os relacionamentos mais parecem uma coreografia onde cada um dança um passo diferente? Hoje os amores são instáveis, conturbados, passageiros, sem vínculos e cheios de disputa. Sabemos que precisamos do outro para somar experiências, até mesmo potencializar nossos talentos, mas tudo parece tão indefinido, tão distante, tão irreal! Onde está ele? Onde está ela? Onde estamos nós? Na verdade, vivemos um profundo processo de transição, que atinge feito um míssil os relacionamentos. E permanecemos no vácuo entre dois “mundos”: o velho está partindo e o novo ainda não chegou. É uma fase difícil, chata mesmo, que inclui a quebra de antigos conceitos, de mitos que criamos a nosso próprio respeito e a respeito do outro. O ser humano traz a semente do amor no coração. Por isso, ele quer amar, se relacionar, trocar, ter alguém. Aliás, merece e os relacionamentos são algumas das principais chaves da nossa existência. Só que estamos ainda vivendo modelos antigos. Ficamos meio confusos e, às vezes, passamos um tempo sozinhos, principalmente se queremos tanto viver o amor de cara nova. Mas, é apenas uma fase, um tempo de ajustes. Porque precisamos também aprender novas formas de amar, bem diferentes das que conhecemos hoje para dar o salto. Mas, afinal, por que tudo o que “aprendemos” sobre o amor parece tão difícil de vivenciar? Porque está na hora de mudar o foco e mudar o conceito de amor romântico, justamente aquele pelo qual todos esperam ou foram ensinados a esperar. Difícil dizer isso (quem não gosta de suspirar?), mas ele é o vilão de todos s sofrimento – por amor. Vivemos e revivemos esse arquétipo durante milênios. Herdamos, através dos séculos, as grandes tragédias, os amores impossíveis, as fatalidades provocadas por paixões tórridas, os triângulos, as mortes passionais, o ciúme, a posse. Temos sentimentos enraizados, passados de geração para geração, da idéia do pecado, do fruto proibido, da traição e uma série de condutas que faziam sentido quando o mundo também era completamente outro. A humanidade evoluiu ao longo dos tempos, mas muitas dessas regras ficaram. E hoje atrapalham nossas vidas.
A MORTE DA PRINCESA
Os contos de fadas falam de príncipes e princesas que viveram felizes para sempre. E nos incentivaram esperar pela pessoa certa. Aí, um dia descobrimos que isso não existe e nossos castelos desabam. Não existe a pessoa certa, porque também não existe a errada. Não existe a pessoa perfeita porque também não somos perfeitos. Então, como podemos encontrar alguém assim? Aqui, neste planeta, com certeza ele ainda não está. Neste aqui/agora não há príncipes, nem princesas, mas apenas homens e mulheres que precisam “curar” seus relacionamentos, suas feridas emocionais, seus traumas, suas dores e enfrentarem os medos para dançarem uma dança mais harmoniosa entre si. As idealizações são tantas que nos perdemos dentro delas. Homens idealizam mulheres, mulheres fazem o mesmo em relação a eles. Assim, vamos perpetuando um sonho de amor romântico, irreal, repleto de véus do passado que encobrem a nossa visão. Ninguém vai nos salvar das garras do dragão (nossos fantasmas) a não ser nós mesmos, impulsionados por um novo entendimento do amor.
O AMOR QUE FLUI
Onde está ele? Onde está ela? Onde estamos nós?Buscamos aquilo que a nossa alma sabe que é real. Esse amor que tanto sonhamos existe, sim. Só que ainda não se enquadra perfeitamente aqui. É um amor mais multidimensional, que se movimenta em outras bases e valores. Não é fantasia como aquele “amor de cinema”, que só pode ser viável na ficção. Ele deve, pode e vai ser vivido entre os casais – mas aí já será um novo momento, uma outra consciência. Também não tem nada a ver com o arquétipo do casamento tradicional, em que um contrato mantém as pessoas juntas ou separadas. Nesse novo modelo de amor, o compromisso é o do coração. A sedução também é pelo coração, pelas afinidades ou compatibilidades de frequências vibratórias. A chamada atração física deixa de ser um fator fundamental. Esses casais se complementam na energia, se atraem pela vibração e não precisam “prometer” diante de um padre ou juiz que vão se amar para sempre. Eles simplesmente se amam e ficam juntos enquanto o relacionamento está trazendo crescimento para ambos. Não há posse, nem sentimentos de perdas, porque o amor nunca se perde. É uma energia que transforma, vitaliza, vai além da emoção, das palavras e principalmente do romantismo. É um amor de sentimento. Os dois ficam juntos porque são afins, cúmplices na maneira de enxergar a vida e se complementam dentro de sua própria individualidade. Ou seja, um potencializa o que o outro tem de melhor e juntos potencializam o que há de melhor para o mundo em que vivem. São unidos pelos laços de alma, que não desfazem. Apenas se transformam.Isso não significa que não enfrentem problemas, divergências e dificuldades. Não existe o “felizes para sempre”, porque temos altos e baixos – esse é o jogo. No meio do caminho, sempre há aprendizado, já que o amor da alma implica crescimento espiritual. E se um deles precisar partir para viver novas experiências – e continuar a sua evolução em outro patamar ou com novas pessoas – haverá um entendimento maior, porque o sentimento de posse ficou lá para trás. É um amor do entendimento. Difícil praticar no dia a dia? Muito. Não estamos ainda habituados a isso. Não gostamos de dizer adeus a quem amamos. Ainda dói, mas estamos nos reciclando para mudar de vez essa idéia de sofrimento por amor. Aliás, sofrimento não combina com amor.O amor da alma não dói, flui.
São conceitos que ainda parecem distantes, paradoxais, mas à medida que tudo vai acelerando, aceleramos também nossas percepções. Pelo menos sabemos que existe algo além – e muito melhor – do que vemos por aí. Não por acaso hoje o tema alma gêmea provoca tanto interesse e uma busca desenfreada das pessoas. Todos nós queremos encontrar a “nossa metade”, mesmo aqueles que dizem não acreditar nisso. Sabem por quê? Porque a palavra alma gêmea traz em si o código dos relacionamentos. Mas a alma gêmea não tem nada de romantismo, ou de conto de fadas. A calda de açúcar, que serve de cobertura para essas uniões, muitas vezes disfarça o gosto amargo das dores do aprendizado. Muitos, de fato, a encontram – ou reencontram –, mas geralmente essas uniões ainda representam um grande desafio, porque para estar ao lado da alma gêmea aqui precisamos mudar radicalmente a maneira de ver o mundo. Temos de nos reintegrar, amando a natureza, os animais, as pessoas, os amigos e até mesmo os inimigos. Precisamos estar inteiros conosco mesmos, integrados com o universo. Não podemos estar carentes e desesperados por companhia. A nossa alma gêmea, se estiver por aqui, também passa por seu processo de evolução pessoal e espiritual e, apesar da nossa identidade cósmica irrefutável, nem sempre estamos no mesmo degrau de evolução. Temos de ficar internamente prontos para esse encontro maravilhoso. É como se precisássemos escalar uma alta montanha e durante a subida há uma verdadeira corrida de obstáculos.Cedo ou tarde, essas uniões hão de se concretizar porque o planeta precisa de casais harmônicos energeticamente, e felizes, para seguir o curso de sua mudança. O importante é trazer à consciência que esse amor existe, é possível e espera por nós. Mas precisamos nos preparar, mudar nossos velhos padrões mentais, parar de nos sentir vítimas e extremamente sozinhos. Carência atrai carência! Precisamos ainda entender que quando estamos mais sós, porém em equilíbrio, vivemos um processo de solitude – e não de solidão. Estamos nos olhando, enfrentando nossos medos, tentando mudar antigos comportamentos viciados. Isso é fortalecimento – e não abandono. Sim, todos terão direito aos seus amores – estamos aqui para compartilhar, para somar, para sentir muito prazer e felicidade. Não estou falando de um futuro tão distante assim. É para começar agora, já. Projetar mesmo. E se conectar com esse amor. Ele vem de uma fonte maior e que é acessível a todos. Quando abrimos o coração, ficamos mais livres, magnéticos e preparados para atrair o amor mais compatível com nossas almas. Se são gêmeas, ou trigêmeas, pouco importa. O que importa é que aquela alma é a melhor para o crescimento da sua nesse exato momento de sua história pessoal. O que vale mesmo são os laços do coração, o afeto, a cumplicidade, o carinho que existe entre elas, independente das circunstâncias externas; são as frequências energéticas afins que geram uma deliciosa sensação de bem estar. Um prazer que ainda não conhecemos em sua totalidade. Mas a nossa alma conhece e reconhece.Assim, a dança dos nossos relacionamentos ganha suavidade, sem deixar de ser intensa. E vamos ficando mais preparados para viver as nossas verdadeiras histórias de amor. Quando não mais colocarmos na mão do outro toda a expectativa de nosso projeto de felicidade, aí, sim, poderemos manifestar no dia a dia esse amor dos nossos sonhos. Sonhar na realidade – essa é uma grande chave. Sonhar com a certeza de que vamos chegar lá. E que talvez já estejamos muito perto do topo dessa montanha."Tudo se cumprirá na medida exata que o tempo não conta para as almas que se reencontram..." (Pascoal Hernandez)
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